Você vendeu R$ 100. A maquininha ficou com quanto?
Quem só olha o total vendido no fim do mês está comemorando um número que nunca chegou inteiro na conta.
Quase todo dono de negócio de beleza sabe quanto faturou no mês. Poucos sabem quanto realmente entrou. A diferença é a taxa da maquininha, que some do extrato do banco sem nunca aparecer na agenda, no caixa ou no relatório de vendas.
O problema não é a taxa em si — é que ela não é uma só. Débito cobra uma coisa, crédito à vista outra, e crédito parcelado cobra mais a cada parcela. Quem tem duas maquininhas tem duas tabelas. Quando tudo isso vira "uns 3%" de cabeça, o preço do serviço e a comissão do profissional são calculados em cima de um número que não existe.
Na prática, isso aparece de três jeitos: o pacote parcelado em 10x que parecia ótimo e deixou a margem fina; o serviço barato pago sempre no cartão, em que a taxa fixa por venda pesa proporcionalmente mais; e a conta que não fecha no fim do mês porque o líquido recebido é menor que a soma dos atendimentos.
Faturamento é o que você vendeu. Margem é o que sobrou depois da taxa.
No Lagenda, o dono cadastra as maquininhas em Financeiro › Maquininhas, com a taxa de débito, de crédito e de cada parcela (de 2x a 12x), em porcentagem, em valor fixo por venda, ou nos dois. Na hora de receber, a taxa é calculada sozinha — se a loja tem uma única maquininha, ela já vem selecionada. Pix direto na conta fica sem taxa. A taxa fica gravada no pagamento: se a maquininha mudar de tarifa no ano que vem, o histórico dos meses anteriores continua do jeito que foi. O caixa passa a mostrar bruto, taxa e líquido de cada lançamento, o relatório separa por maquininha, e o lucro do Financeiro já desconta o que a maquininha ficou.