Horário vazio na terça: como fazer promoção sem ensinar o cliente a só vir com desconto
O problema do desconto não é o desconto. É desconto sem alvo, sem prazo e sem medição.
Todo negócio de beleza tem o mesmo mapa: sexta e sábado lotados, terça de manhã com a cadeira parada. A tentação é baixar o preço de tudo "pra movimentar". Funciona por uma semana. Na seguinte, o cliente já aprendeu que esperar dá desconto — e passa a marcar só quando tem promoção.
Promoção que funciona costuma seguir três regras. Alvo: o desconto vai no serviço que preenche o horário vazio (de preferência rápido e de boa margem), não no cardápio inteiro. Recorte: vale só no dia da semana em que a agenda está fraca, ou por um período com começo e fim que o cliente consegue ver. Fim marcado: promoção sem data de término é só um preço novo, mais baixo — e voltar atrás depois custa caro, como já vimos em como reajustar preço sem esvaziar a agenda.
Falta a quarta parte, a que quase ninguém faz: contar. No final da campanha, quantas vendas vieram com o preço promocional? Quanto isso faturou? Qual foi o ticket médio? Sem esses números não dá pra saber se o desconto trouxe cliente novo ou só deu 20% pra quem já vinha às terças de qualquer jeito.
Promoção boa acaba. Se não acaba, virou tabela de preço.
No Lagenda, a promoção é por serviço e pode valer por período ou repetir toda semana nos dias que você escolher (por exemplo, toda terça). O preço promocional aplica sozinho, tanto no agendamento online quanto no manual — sem depender de alguém lembrar de mudar valor na mão —, e o cliente vê o preço antigo riscado ao lado do novo. Um interruptor pausa a campanha sem apagar nada, e a própria tela mostra vendas, faturamento e ticket médio, com o detalhe por serviço. Ou seja: a conta do final da campanha já está feita.