O pedido de avaliação tem hora certa: logo depois que o cliente sai da cadeira
Cliente satisfeito dá nota rápido — se alguém pedir na hora. E o insatisfeito prefere contar pra você do que pra todo mundo.
Quase todo negócio de beleza sabe que avaliação importa, e quase nenhum pede de forma consistente. Não é preguiça: pedir na mão exige lembrar de cada cliente, achar o contato, escrever sem parecer cobrança — todo dia, com a agenda cheia. O que depende de lembrança vira "depois eu faço" e, no fim, nunca acontece.
O momento importa mais do que o texto. A opinião do cliente sobre o corte, a coloração ou o atendimento é mais nítida nos primeiros minutos depois de sair. Uma semana depois ele mal lembra do que gostou, e o pedido chega frio, no meio de todas as outras mensagens do dia. Pedir avaliação é parecido com pedir gorjeta: perto do serviço rende, longe vira favor.
Tem um segundo benefício que quase ninguém enxerga: a nota é feedback interno antes de ser vitrine. Quando o cliente que saiu chateado tem um caminho direto pra dizer isso — uma nota baixa que chega só pra você —, você ganha a chance de corrigir antes de virar comentário público. E quando você tem a nota por profissional, deixa de ser impressão ("acho que o Rafa atrasa") e passa a ser número.
Avaliação é menos sobre parecer bom pra quem está de fora e mais sobre saber o que está acontecendo aí dentro.
No Lagenda o pedido sai sozinho no instante em que o atendimento é marcado como concluído — por e-mail ou WhatsApp, o canal que você ligar na Central de Mensagens —, com o link pro cliente dar de 1 a 5 estrelas. As notas ficam visíveis pra você, dono, no detalhe de cada profissional, e cada profissional acompanha a própria avaliação pelo Portal. Nada disso é exibido pros outros clientes na página de agendamento: é ferramenta de gestão, não de vitrine.